Política

Fortalecimento institucional: MP-AP reúne com Bancada Federal do Amapá, em Brasília (DF).

Em sua carteira de projetos, o PGJ do MP apresentou à bancada demandas para a área de investigação e combate ao crime.

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O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado do Amapá (MP-AP), Márcio Alves, acompanhado da secretária-geral do MP, promotora de Justiça Ivana Cei, foram recebidos na tarde desta terça-feira (10), por parte da Bancada Federal do Amapá, no Gabinete do senador João Capiberibe, no Senado, em Brasília (DF). Durante o encontro, foi apresentada a carteira de projetos do órgão ministerial, que podem ser objeto para emendas ao orçamento geral da União.
Além de João Capiberibe, participaram da reunião os senadores Davi Alcolumbre (DEM-AP), Randolfe Rodrigues (REDE-AP), e os deputados federais Andre Abdon (PP-AP) e Marcivania Flexa (PCdoB). Também presente no encontro a assessora técnica do Ministério Público do Estado do Amapá, Alcilene Cavalcante e o diretor de TI do MP-AP, Rodinei Paixão.
Em sua carteira de projetos, o PGJ do MP apresentou à bancada demandas para a área de investigação e combate ao crime. Márcio Alves ressaltou que o trabalho nas Promotorias de Justiça cresceu muito nos últimos anos e os promotores precisam de mais suporte tecnológico e de inteligência para atuar.
Além da apresentação da carteira, a comitiva do Ministério Público apresentou um levantamento à Bancada. O MP-AP é reconhecido como uma instituição eficiente na execução de recursos captados através de convênios, tendo 100% de aproveitamento na execução dos recursos.
Atentos à necessidade da instituição, os parlamentares amapaenses se comprometeram em alocar recursos necessários ao fortalecimento do trabalho do MP.
“Sempre investimos os recursos provenientes de emendas parlamentares com responsabilidade e transparência. Agradecemos a receptividade da Bancada. Com esse apoio poderemos seguir no cumprimento de nossa missão institucional que é combater o crime, fiscalizar as leis e  garantir os direitos da sociedade”, enfatizou o PGJ, Márcio Alves.
 
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