Cidades

Moradores do entorno do Iapen pedem mais segurança

Denúncias dão conta de que a Avenida 5 e a Rua 5, nos fundos do Iapen, são utilizadas para bandidos adentrarem armas e drogas no presídio.

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Vários ouvintes denunciaram na manhã desta terça-feira (14) no programa LuizMeloEntrevista (DiárioFM 90,9) que a Avenida 5 e a Rua 9, nos fundos do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) estão sendo utilizadas para bandidos adentrarem armas e drogas no presídio. Eles pedem a realização de ‘batidas’ policiais constantes no entorno e a construção de um muro circundando a área, o que reduzirá os riscos impostos aos moradores.

Identificando-se como Bruno, um ouvinte lembrou que no último final de semana um homem foi flagrado tentando jogar drogas por cima do muro e reclamou do que chamou de “falta de ações” para inibir esse crime: “Já se tornou comum nos noticiários policiais flagrantes feitos de bandidos tentando jogar por cima do muro telefones celulares, armas e drogas, mas essas ações são recorrentes, e acredito que na maioria das vezes eles têm sucesso, por isso tantas apreensões são feitas quase todas as semanas no Iapen”.

Outro ouvinte, Carlos Andrade, pediu mais ações preventivas e ostensivas: “Nós que moramos no entorno do Iapen vivemos permanentemente sobressaltados, porque todos nós corremos sérios riscos de morte. O ideal será a construção de um muro alto em volta do presídio para isolar o Iapen do Marabaixo I, porque evitaria tanto a ação de bandidos de fora para dentro como também protegeria a população”.

Acionado por telefone pela bancada do programa, o secretário de estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) Ericláudio Alencar prometeu que vai fazer uma visita à comunidade, juntamente com a direção do Iapen, para fazer um estudo da situação para alinhar soluções conjuntas com os moradores e a equipe do presídio. “O que posso me comprometer com essa comunidade é fazer visita in loco com diretores do Iapen e apresentar a solução no mais curto espaço de tempo possível, como forma de proteger tanto a população como o próprio presídio”.

 
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