Cidades

Levantamento classifica Macapá como médio risco para infestação do transmissor da dengue

Para solicitar a visita de um agente de endemias ou fazer denúncias, a prefeitura disponibiliza o Disk Mosquito [99121-1641], com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

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Médio risco de infestação por Aedes é como está classificado o município de Macapá, de acordo com o resultado do 4º ciclo do Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa) de 2019. Com base nos resultados apontados, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) inicia um cronograma de vistorias com a intensificação nos bairros com maior incidência de criadouros do transmissor da dengue, zica e febres chikungunya e amarela urbana.

 A partir desta segunda-feira, 15, o Departamento de Vigilância Ambiental iniciará as atividades em todos os bairros da capital. A expectativa é que mais de 180 mil imóveis sejam inspecionados pelos agentes de endemias. “Nesse período de férias, é comum que as pessoas relaxem mais com os cuidados e acabem viajando sem fazer a inspeção nos quintais. Por isso, é muito importante reforçar a participação de todos nessa guerra contra o mosquito”, explica o coordenador do Programa de Combate ao Aedes, Kilder Vidal.

 O lixo descartado de forma errada desponta como principal local de criadouros encontrados, com 55,11% dos focos do mosquito, seguido dos pneus (27,1%). Mesmo com a redução de 74,7% de casos confirmados de dengue, o coordenador faz o alerta, pois o aumento de criadouros pode também aumentar o número de pessoas infectadas.

 “Nosso maior desafio ainda é o descarte de lixo em locais inapropriados, que acabam servindo de criadouros do mosquito. Se temos um elevado número de focos surgindo aumentam as chances de uma pessoa ser infectada. Daí a importância de se combater os focos”, enfatiza Vidal.

 
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