Política

Base do PPL no Amapá assina filiação no partido Rede Sustentabilidade

Também participarão do evento de filiação o senador Randolfe Rodrigues, o prefeito de Macapá Clécio Luiz, o deputado estadual eleito Vitor Amoras e vereadores de todo o estado.

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Paulo Silva
Da Editoria de Política

A base do Partido Pátria Livre (PPL) no Amapá na fica na fusão com o PCdoB e vai se filiar ao partido Rede nesta sexta-feira (7). Vão assinar ficha de filiação na Rede o vereador André Lima (diretor-presidente da CTMac), Anne Marques (presidente do Sinjap), Jackson Rubens (Sindicato do Grupo Socioeducativo e de Proteção – SINGSEP), Charles Chelala ex-presidente do PPL e mais algumas lideranças do PPL. Também se filiará ao Rede a secretário de Saúde Silvana Vedovelli. Ela era filiada ao PP e disputou o cargo de vice-governadora do Amapá na chapa do senador Davi Alcolumbre (DEM).

Também participarão do evento de filiação o senador Randolfe Rodrigues, o prefeito de Macapá Clécio Luiz, o deputado estadual eleito Vitor Amoras e vereadores de todo o estado.

FUSÃO SALVADORA – O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Partido Pátria Livre (PPL) aprovaram no domingo, 2 de dezembro, em congresso conjunto em São Paulo, a fusão entre as duas siglas. As lideranças entenderam que a união das legendas vai fortalecer “a resistência democrática e a oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL)”. A união pode ser decisiva na sobrevivência das duas siglas, afinal, a distribuição do fundo partidário é proporcional à representação dos partidos na Câmara dos Deputados. Na atual legislatura, o PPL tem apenas um de putado federal. A bancada do PCdoB possui 12. Para a próxima legislatura, o PPL mantém um parlamentar, e o PCdoB conquistou nove assentos. No ato que formalizou a incorporação, na sede do Sindicato dos Eletricitários, em São Paulo, os representantes dos dois partidos concordaram que 40 lideranças vão compor a direção nacional comunista. Por isso, o PCdoB indicou 130 nomes para o diretório nacional; o PPL, 40. A escolha deve acontecer em um congresso extraordinário marcado para 17 de março do ano próximo.

 
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