Política

Fátima Pelaes reafirma que MDB terá dois candidatos ao Senado no Amapá

Resolução da Executiva Nacional do partido impõe no estado as pré-candidaturas da ex-ministra da SNPM e do ex-senador Gilvam Borges.

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A presidente nacional do MDB Mulher e ex-ministra da secretaria nacional de Políticas para as Mulheres Fátima Pelaes reafirmou neste sábado no programa Togas&Becas (DiárioFM 90,9) que o MDB terá dois candidatos ao Senado no Amapá e ponderou que essa prática não é nova, porque já aconteceu em outros estados. Segundo ela, a Resolução foi uma forma encontrada pelo partido para garantir que o mandato seja também disputado por uma mulher e considerando que o senador Gilvam Borges também já lançou a sua pré-candidatura.

 


Perguntada se pode ocorrer alguma surpresa com e exclusão nome dela da chapa majoritária por ocasião dos registros das candidaturas, Fátima Pelaes descartou: “Não, não vejo nenhuma possibilidade, porque é prioridade do MDB colocar mais mulheres disputando o Senado em todo o país, por isso expediu a Resolução para que o partido apresente duas candidaturas. E isso não é nenhuma novidade, já aconteceu em Rondônia com o Valdir Raupp e o ex-governador Confúcio Moura, como também no Maranhão. Eu nunca fui candidata ao Senado, tenho cinco mandatos como deputada federal e continuo com o mesmo compromisso e responsabilidade com a nosso a população”.

 


Fátima Pelaes reiterou que o candidato dela ao governo será o governador Waldez Góes: “Estamos conversando com o governador Waldez e vamos ficar com ele. Da minha parte é essa a posição; não posso falar pela Executiva local, mas acredito que o partido também vai fechar com ele. Eu farei a minha parte, com objetivo de dar continuidade e ao que tem sido feito e melhorar ainda mais”.

 


Para Fátima Pelaes, é necessário que as mulheres se empenhem para ampliar sua participação na política e assumir protagonismo nos espaços do Poder, mas é preciso também que haja uma preocupação maior no que diz respeito à prevenção no que diz respeito à violência doméstica: “O espaço da mulher na política está sendo ampliado, mas precisamos avançar mais. A legislação eleitoral obriga destinação de 30% das vagas de candidatos às mulheres, e isso é necessário ser obedecido, porque já temos conquistas importantes, mas precisamos avançar mais. O Amapá é um referencial para o Brasil todo, porque quase a metade da Assembleia Legislativa e da bancada federal é de mulheres. Mas ainda não tivemos uma senadora e esse é o desafio, por isso eu sou pré-candidata ao senado”.

 
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