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Parceria entre Governo estadual e Polícia Federal já fez 36,5 mil identificações criminais no Amapá

Projeto foi premiado com o 1º lugar no prêmio Inovação Policial das Superintendências de todo o Brasil.


Para continuar avançando com o projeto ‘Higidez e Integração dos Sistemas de Identificação’, o governador do Amapá, Waldez Góes, reuniu com superintendente da Polícia Federal-AP, Anderson de Andrade Bichara, para ampliar a parceria.

Com o trabalho em conjunto para modernizar a identificação civil no Estado, já foi possível entregar o processamento de 36,5 mil boletins de identificação criminal.

Na ocasião, a Polícia Federal apresentou os primeiros resultados. Dos boletins processados, 12 mil possuíam coleta de impressões digitais, com isso foi possível identificar 547 falsidades ideológicas, 38 casos criminais, entre outras informações de processos em investigação.

O chefe do Executivo reafirmou a parceria com a PF para ampliar as estações de trabalho para processamento das informações e avançar na 3ª etapa do projeto. “Nossa equipe está envolvida nesse projeto, continuamos à disposição para contribuir e avançar na modernizar da identificação civil no Estado. Vamos encaminhar o que for necessário e possível para concluirmos esse trabalho”, afirmou Góes.

O superintendente da Polícia Federal-AP, Anderson de Andrade Bichara, destacou a importância da parceria com o Governo do Amapá. “Ninguém faz polícia sozinho, temos um projeto que não conseguiríamos fazer sozinhos, e aqui contamos com o apoio do Governo do Estado. Essa experiência nos rendeu um prêmio e que outros estados querem seguir o exemplo do Amapá”, afirmou Bichara.

O Projeto Higidez iniciou em 2020 como forma de aumentar a confiabilidade dos dados criminais disponíveis e garantir maior aproveitamento e compartilhamento dessas informações entre as instituições de segurança pública estaduais e federais. A experiência garantiu ao Amapá o 1º lugar no prêmio Inovação Policial das Superintendências de todo o Brasil.

 

Qualificação e experiência para a juventude
Durante a reunião, a coordenadora do Projeto Higidez, a papiloscopista da PF, Natália Di Lorenzo, relatou a experiência em integrar os beneficiários do programa Amapá Jovem no projeto. “Estamos com jovens atuando nesse projeto, já estamos trabalhando na ampliação da quantidade de jovens contemplados e vamos ofertar um curso de auxiliar técnico em informática como contra partida para os jovens que atuam no projeto”, informou a coordenadora.

O secretário extraordinário de Políticas para a Juventude, Pedro Filé, explica que a parceria, além de contribuir para a agilidade no projeto Higidez, também gera oportunidades para os jovens. “Além da qualificação profissional, os beneficiários do Amapá Jovem que participam desse projeto têm a oportunidade de atuar em um órgão federal, o que conta como experiência para o mercado de trabalho”, disse o gestor.

Atualmente, 74 beneficiários do Amapá Jovem atuam no projeto Higidez. Com a nova chamada, a meta é ampliar esse número ainda em março.


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