Política

Randolfe diz que oposição tem maioria para votar contra decreto das armas no Senado

A iniciativa do presidente da República é questionada na CCJ do Senado por meio de projetos de decreto legislativo

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Senadores da CCJ (Comissão de Comissão de Constituição e Justiça) articularam nesta quarta-feira (12) acordo para aprovar os projetos que buscam derrubar o decreto das armas de Jair Bolsonaro (PSL). Segundo o líder da minoria, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), a maioria dos parlamentares se opõe à política armamentista e está comprometida com a costura feita pela oposição.

A iniciativa do presidente da República é questionada na CCJ do Senado por meio de PDLs (projetos de decreto legislativo), apresentados com o intuito de “sustar” o ato do chefe do Executivo. No pleito, os autores afirmam que a medida é inconstitucional e que Bolsonaro não pode legislar por meio de um decreto.

Heterogêneo, o grupo contrário à flexibilização do porte e da posse de armas reúne parlamentares de blocos distintos e até mesmo partidos rivais, como PT e PSDB. Eles argumentam que, enquanto o assunto se arrasta no Senado, a medida está em vigor desde janeiro e permite que cada vez mais pessoas tenham acesso a armas de fogo.

Durante os debates na sessão da CCJ da última quarta, vários parlamentares fizeram discursos contrários ao decreto das armas. Vice-líder do PT, Rogério Carvalho (SE) disse que o presidente seria adepto do que chamou de “necropolítica”, isto é, uma “política necrófila” necrofilia é o termo que define atração sexual por cadáveres

 
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