Política

Randolfe vota pela permanência do auxílio de R$ 600 e defesa dos trabalhadores

Em sua fala, Randolfe declarou também ser contrário ao teto de gastos de R$ 44 bilhões com o auxílio. O parlamentar chegou a defender um texto supressivo a esse tema na MP,  que não foi aprovado.

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Em discurso contundente na manhã desta quinta-feira (4), no Senado Federal, durante a votação da PEC 186/2019, a PEC Emergencial, o senador Randolfe Rodrigues (REDE) fez a defesa da permanência do auxílio emergencial de R$ 600 e defendeu os trabalhadores da saúde e educação.

 

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Em sua fala, Randolfe declarou também ser contrário ao teto de gastos de R$ 44 bilhões com o auxílio. O parlamentar chegou a defender um texto supressivo a esse tema na MP,  que não foi aprovado. Segundo o senador, o valor é insuficiente para garantir o auxílio emergencial no valor de R$ 600, o que considera o mínimo para a garantir a cesta básica dos beneficiados.

 

“O teto de R$ 44 bi condenará a não ter um auxílio emergencial que não seja superior a R$ 250, que é um terço da cesta básica. Pergunto se esse valor socorrerá alguém que está desprovido, que está contaminado pelo covid a essa altura”, criticou.

 

Randolfe Rodrigues alertou ainda que a PEC nos moldes que foi votada poderá prejudicar profissionais da saúde e da educação.

 

“Os profissionais da saúde também serão condenados, no texto dessa PEC nos anos que virão, a sequer ter progressão ou ter algum prêmio. É a mesma coisa que na Segunda Guerra Mundial os EUA mandassem mensagem para seus soldados que estão no front de enfrentamento contra os nazistas que não receberiam soldo. (…) O debate aqui é entre o pacto civilizatório que nos une ou a barbárie” finalizou.

 
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