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União, o sonho do Brasil

No momento em que o povo começa a aceitar o presidente Jair Bolsonaro, dando-lhe 35% aprovação positiva, seus principais auxiliares que têm o dever de obediência quase irrestrita, colocam suas asinhas de fora e dispara flechas para ofender a tudo e todos.

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Ulisses Laurindo – Jornalista
Articulista

É fácil reconhecer que o Brasil de hoje se divide, basicamente, em dois grupos, um que soma em suas fileiras a quantidade maciça de quem quer o bem estar do país, e outro, numericamente inferior que trabalha para manter todo tipo de atraso, deliberando sempre contra a maioria, sem ter em mente que o Brasil pode chegar bem perto do sistema de vida do Canadá, preferindo, em troca, não se desligar pensando em Bangladesh.

No momento em que o povo começa a aceitar o presidente Jair Bolsonaro, dando-lhe 35% aprovação positiva, seus principais auxiliares que têm o dever de obediência quase irrestrita, colocam suas asinhas de fora e dispara flechas para ofender a tudo e todos. A começar pelo próprio filho do presidente Carlos, Vereador no Rio de Janeiro desde 2001, atirou para todos os lados, atingindo frontalmente o vice-presidente Hamilton Mourão, atacando-o com publicações criticas sobre o General e deixando claro que o militar trabalha o tempo todo contra as ideias do presidente. Não deviam ser dele, principalmente em se tratando de um filho do presidente esses ataques que, para o grande público não passa de opinião pessoal, porque o próprio Bolsonaro colocou panos quentes nas “pretensas declarações”.

E o rosário de intrigas cada vez mais pipoca no país, vindo em o torpedo Olavo de Carvalho, a principio companheiro de luta do governo e, de repente, virou casaca e agora o seu mote é atacar não apenas o seu companheiro de ideal, também os militares, incluindo os generais, aos quais chamou de incultos e prejunçosos. Enquanto viveu na sombra do jornalismo, Olavo brilhou como um guru. Bastou o sol abater sobre ele, a sua cor pálida tomou efeito e daí para os ataques foi um pulo.

Por isso é que se diz que a existência de grupos, um raciocinando em tornar esse país maior gigante do que já é, e outro, ao contrário, pensar diferente e, por ai, segue a batalha cruel em prejuízo de todos. É motivo de alegria a vitória da reforma da previdência que logrou brilhante vitoria na CCJ, com voto contrário de 18, contra 35 vitoriosos. Mas olhando pelo prisma da divisão constante essa vitória poderia ser um sinal de êxito final, não tivesse ainda que passar pelo Congresso e obter 308 votos. Até agora se discute, a boca pequena, que a reforma será um peso cruel para o trabalhador, mas é só olhar a situação do país, em termo de equilíbrio social, constata-se que algo precisa ser feito para tentar ou mesmo melhorar. O lado pequeno que vimos no inicio desse artigo ainda não viu ou recusa enxergar ao que falta país recursos para manter suas contas em dia e, principalmente, os vários planos assistenciais reservados aos pobres. É fácil colocar uma venda nos olhos para esconder que o Brasil tem compromisso como Nação e que precisa dar um fim e só será possível com a união, senão de todos, ou pelo menos aumentar aquele número reduzido para deixar o Brasil com suas dificuldades, quando tem meio de dar a volta por cima.

 
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