Heraldo Almeida

Gaby Amarantos: Uma fábrica de novidades

Nascida e criada na periferia de Belém, bairro do Jurunas, Gabriela Amaral dos Santos já cresceu com a música. Suas origens são de uma família de sambistas, onde desde pequena já cantava e dançava nas rodas de samba da família. Antes de cantora profissional, a Gabriela foi coreógrafa de quadrilha junina, fez cursos de teatro e chegou a fazer pequenas apresentações na comunidade.

Canta desde os 15 anos, na paróquia de Santa Terezinha do Menino Jesus (Jurunas), mas apenas quando completou 18 anos, teve permissão para cantar nos bares da cidade, e assim começou a se apresentar cantando clássicos da MPB.

A rainha do Tecnobrega foi influenciada por cantoras como Clara Nunes, Ella Fitzgerald e Billie Holiday e pelos bregas Francis Dalva e Reginaldo Rossi, mas deixa claro que a sua maior influência está no bairro em que nasceu, onde tudo toca ao mesmo tempo.

Gaby Amarantos se autodefine como uma ‘fábrica de novidades ambulante’. Mesmo egressa de uma cena regional inserida em um contexto alternativo. A melhor parte desse sucesso é o fato de sua originalidade permanecer intacta, sem interferência do mercado. Ela avança sem desviar um milímetro de seu som, batizado de tecnobrega.

A ‘Beyoncé do Pará’ é a rainha dos terreiros high-tech de Belém, onde tudo começa com a guitarrada, gênero que, por si só, concentra boa parte da soma de sonoridades que caracterizam o tecnobrega, que inclui ritmos latinos como a cúmbia, e africanos como o zouk, além do tradicional carimbó, de ecos da Jovem Guarda e das batidas eletrônicas.

 

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Lançamento

Grupo ‘Gente de Casa’ lança, nesta sexta (12), a música ‘Jeito Tucuju’, no ritmo do samba, com participação da cantora patrícia Bastos.
A bela canção de Val Milhomem e Joãozinho Gomes faz parte do novo disco do grupo. O lançamento será no programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9), às 16h.

 

‘Mostra de Arte’

Artista plástico amapaense, Ralfe Braga tem exposição da I Mostra de Arte, acontecendo até 28 de fevereiro, em Brasília, onde reside. No Sesc Brasília, scs – Q 02 – Presidente Dutra.

 

Cancelados

Os eventos em forma de live’s, dos blocos carnavalescos e escolas de samba, marcados para acontecer nesse final de semana, foram cancelados em obediência ao último decreto estadual .
“Ficam suspensas, a contar de 10 de fevereiro de 2020, até a data de 16 de fevereiro, em todo o território do estado do Amapá, as atividades e eventos nos estabelecimentos e locais que indica: atividades em clubes de recreação, bares, boates, teatros, casas de espetáculos, , casas de shows, centros culturais, balneários públicos e privados com acesso ao público, clubes sociais e outros empreendimentos similares”.

 

Impedimento

Secretário da Secult, Evandro Milhomem, informou na quarta (10), no programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9): “Temos vários projetos para realizar em 2021, mas estamos impedidos de executar por causa da pandemia”.

 

‘Colorindo’

Título do novo projeto musical da cantora e compositora acreana, Euterpe, que será lançado virtualmente em todas as plataformas digitais, no próximo dia 19h. (https://tratore.ffm.to/colorindo).

 

Na telinha

Para o carnaval não passar em branco, nesse final de semana a TV Globo vai reprisar 28 desfiles históricos de escolas de samba, do Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Agendas

Que não teremos carnaval, por causa da pandemia do novo coronavírus, isso já sabemos. Outras agendas, também, estão comprometidas: Ciclo do Marabaixo, Festas Juninas, Encontro dos Tambores e outras programações.

Iphan lança Cadernos de Bens Registrados

com o título ‘Cadernos da Salvaguarda de Bens Registrados número 1 – Práticas de Gestão’, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional –Iphan, apresenta uma série de artigos escritos por servidores do Instituto juntamente com detentores de bens registrados. O intuito é divulgar diferentes experiências de promoção e preservação de manifestações já reconhecidas como Patrimônio Cultural do Brasil.

A publicação também celebra os 20 anos da Política de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial que, por meio do Decreto 3.551, de agosto de 2000, reforçava os direitos culturais ao apresentar uma política pública voltada para identificação, reconhecimento, apoio e fomento ao Patrimônio Cultural Imaterial.

Esta edição inaugural da série – Práticas de Gestão – apresenta 14 artigos produzidos por detentores de bens culturais registrados, técnicos do Iphan, pesquisadores e gestores do patrimônio cultural imaterial de diversas instituições. A publicação está organizada em quatro seções: Gestão Compartilhada, Gestão Institucional, Gestão Transversal e Gestão dos Processos de Salvaguarda do Ofício dos Mestres de Capoeira e Roda de Capoeira. Esta edição também apresenta os efeitos da política pública sob o prisma de diferentes perspectivas, viabilizando a valorização das ações de salvaguarda desenvolvidas, assim como a transparência pública.

Para produzir o material, em 2020 foram abertas chamadas públicas para o envio de artigos que tivessem como foco o efeito do registro dos Patrimônios Culturais do Brasil e diferentes experiências vivenciadas nos últimos 20 anos, tendo como referência os eixos que norteiam a política: Mobilização Social e Alcance da Política; Gestão Participativa no Processo de Salvaguarda; Difusão e Valorização; Produção e Reprodução Cultural. Além disso, os artigos poderiam reunir experiências com o desenvolvimento de ações de salvaguarda para bens culturais, tais como a constituição dos coletivos deliberativos e dos centros de referência, a produção de pesquisas, mapeamentos e inventários, além do estabelecimento de parcerias, a inserção de produtos e outros. Os textos também tratam de temáticas mais amplas, como questões ambientais, de gênero, turismo, saúde pública, comercialização e educação. (iphan.gov.br).

 

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Bloco Auê

Na terça (16) tem a live do Bloco Carnavalesco Auê, com início às 20h30, pela página do bloco no Facebook.
Sorteio de prêmios, apresentação da nova porta estandarte, DJ Cassiano e Maluco e CIA, são as atrações. O patrocínio é do Governo Federal, através da Lei Aldir Blanc.

 

Carnaval

Como não teremos carnaval presencial em 2021, por causa da pandemia do novo Coronavírus, a TV Globo vai reprisar os melhores desfiles de todos os tempos, das escolas de samba do Rio de Janeiro e São Paulo, nesse final de semana.

 

Instrumental

O músico violonista brasileiro, Yamandu Costa realizou o ‘Encontro de Gerações na Música Instrumental Brasileira’.
Confira o show no canal do artista, no Youtube.

 

Sem carnaval

Com a não realização das festas de carnaval, só nos restam as boas lembranças das passadas.
Que estranho conviver com essa confusa realidade.

 

‘Contação de Histórias’

É o nome de um belo projeto que a Prefeitura de Macapá implantou na gestão passada, levando leitura para crianças das comunidades menos desassistidas.
Deu certo e precisa ser olhado com carinho para continuar.

 

‘Poesia de Rio’

Título de um dos livros do poeta, escritor, compositor e cantor, Mauro Guilherme.
É um artista que tem respeito e reconhecimento pelas inúmeras obras literárias.
Parabéns!

 

Pirataria

Pirataria é a prática de reproduzir, distribuir ou mesmo vender produtos e obras sem autorização de seus autores.
Pela legislação vigente no país, a pirataria é crime e a pena pode chegar a quatro anos de reclusão ou multa.
A Secretaria de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual do Ministério da Cidadania Para o Combate à Pirataria, está promovendo ações que fortalecem o sistema de proteção aos direitos autorais e de combate à pirataria. (www.cultura.gov.br).

Macapá: a capital do meio do mundo

Macapá é um município brasileiro, capital do meio do mundo (monumento Marco Zero do Equador), e a maior cidade do estado do Amapá. Situa-se no sudeste do estado e é a única capital estadual que não possui interligação por rodovia a outras. Além disso, é a única cortada pela linha do Equador e que é localizada às margens do Rio Amazonas, o maior rio de água doce do planeta. Macapá pertence à mesorregião do Sul do Amapá e à microrregião homônima. É localizada no extremo norte do país, a 1.791 quilômetros de Brasília.

O município é o 98º maior PIB da nação, e a quinta cidade mais rica do norte brasileiro, respondendo por 2,85% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) da região. Na Amazônia, é a terceira maior aglomeração urbana, com 3,5% da população de toda a Região Norte do Brasil, reunindo em sua região metropolitana mais de 519 mil habitantes. Aproximadamente 60% da população do estado está na capital. Sua área é de 6.407 km² representando 4,4863 % do estado, 0,1663 % da Região e 0,0754 % de todo o território brasileiro.

Os dados de 2012 do IBGE revelam que a população da cidade é de 415. 554 habitantes, sendo a 53ª cidade mais populosa do Brasil e a quinta cidade mais populosa do norte. Atualmente, vive um momento de crescimento tanto econômico quanto populacional, o que vem mudando o seu cenário e atraindo investimentos externos para o estado.

A toponímia é de origem tupi, como uma variação de “Macapaba”, que quer dizer lugar de muitas bacabas, uma palmeira nativa da região (Oenocarpus bacaba Mart.). Antes de ter o nome de “Macapá”, o primeiro nome concedido oficialmente às terras da cidade foi “Adelantado de Nueva Andaluzia”, em 1544, por Carlos V de Espanha, numa concessão a Francisco de Orellana, navegador espanhol que esteve na região.

Macapá é uma cidade que tem o ritmo contagiante do Marabaixo e do Batuque, principais identidades musicais desse lugar que tem a cara e o jeito do seu povo, que mora nessa imensa floresta amazônica. Uma cidade vigiada pela exuberante Fortaleza de São José, patrimônio tucuju. Um lugar de gente feliz.

 

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‘Carnaval Tucuju’

Piratas Estilizados vai realizar a live ‘Carnaval Tucuju 2021’, no sábado (13), às 19h, pelos canais da escola, no facebbok e Youtube.
Sete escolas confirmaram participação: Piratas Estilizados, Boêmios do Laguinho, Maracatu da Favela, Piratas da Batucada, Império da Zona Norte, Emissários da Cegonha e Império do Povo.
O evento tem o patrocínio do Governo Federal, através da Lei Aldir Blanc.

 

Cobrança

Artistas vão cobrar da nova vereança macapaense as promessas de campanha.
“Temos vários projetos para os segmentos artísticos e culturais de Macapá”.
Então, de olho.

 

Novo disco

Cantor e compositor amapaense, Cléverson Baía avisa que está finalizando seu novo projeto musical e logo irá enviar para lançarmos no programa ‘O Canto da Amazônia’ (Diário FM 90,9).
Aguardando.

 

‘Qual a Novidade’

É assim mesmo, sem o ponto de interrogação, o título do novo disco do poetinha Osmar Júnior, já em faze de conclusão.
“Ele trás a maior reunião que eu, Osmar Júnior, já fiz de parceiros: Nilson Chaves, Negro de Nós, Faces da Vida, Rock, Movimento Costa Norte”, disse o artista.

 

Esquenta

De 11 a 14 de fevereiro tem programação do projeto ‘Palco Virtual do Itaú Cultural, com o esquenta ‘Ocupação Chiquinha Gonzaga’, que estreia dia 24.
Ao vivo pela página do Itaú Cultural, às 20h.

 

Poesia brasileira

Inscrições abertas para a Seleção Poesia Brasileira – Poesia Livre 2021, até 5 de abril, pelo site www.poesialivre.com.br.
Pode participar qualquer brasileiro maior de 16 anos. O tema é livre, assim como o gênero lírico escolhido.
Serão 250 poemas classificados que farão parte do livro, Poesia Livre 2021, Antologia Poética.

 

Blocos

Na sexta (12) tem carnaval dos blocos da LIBA, a partir das 17h, com transmissão ao vivo pela página da Liga Independe dos Blocos Carnavalescos do Amapá, no Facebook.
São nove participações confirmadas: Kubalança, Unidos da Xexênia, Mancha Negra, A Cuca, Filhos da Mãe Luzia, Unidos do Pau Grande, Rolará, Bafo da Onça e Pica-Pau.

‘Banho de São João’ pode virar Patrimônio Cultural

o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) publicou no Diário Oficial da União, o Aviso de Tramitação da proposta de registro do Banho de São João, celebração realizada nos municípios de Corumbá e Ladário, ambos no Mato Grosso do Sul.

A publicação tem como objetivo tornar pública a intenção de registro da festa religiosa como Patrimônio Cultural do Brasil, e permitir que, em 30 dias, a sociedade civil possa se manifestar. Terminado esse prazo, a proposta será enviada para avaliação do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que decidirá em reunião, com data a ser definida, se o Banh o de São João será registrado pelo Instituto.

A solicitação de registro da celebração sul-mato-grossense foi apresentada pela Fundação de Cultura e Turismo do Pantanal e suas unidades vinculadas: Superintendência de Cultura e Superintendência de Turismo. Também teve apoio da Prefeitura Municipal de Corumbá e membros da comunidade, por meio dos festeiros de São João.
O Banho de São João é uma manifestação cultural religiosa e festiva que acontece na virada do dia 23 para o dia 24 de junho. Um ponto de destaque da festa pantaneira é quando diversas procissões carregam andores até as margens do Rio Paraguai e banham a imagem de São João nas águas. Acredita-se que o rito transforma o rio em águas milagrosas do Rio Jordão, onde o santo teria sido batizado.

O encontro de devoção, júbilo e alegria coincide com o tempo das águas e marca o início de um novo ciclo da natureza no Pantanal, que conta com o aumento dos pastos e abundância de peixes. Com o ritual do Banho de São João, as águas se tornam a manifestação de algo divino, capaz de purificar e lavar os pecados. É um momento de integração das comunidades locais, que começa com os preparativos em suas casas, tem como ápice a festa pública – ato de dar banho no santo –, e termina com as festividades domésticas. (iphan.gov.br).

 

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‘Perfil da Beleza’

Título da música do cantor e compositor, Zeca Torres, com o poeta Joãozinho Gomes:
“Amada e tão gentil senhora, minha amazônica grandeza.
A minha arte a essa hora, busca o perfil da sua beleza…”.

 

‘Jeito Tucuju’

Grupo de samba amapaense, Gente de Casa gravou o hino cultural do Amapá, Jeito Tucuju, com a participação especial de Patrícia Bastos.
A versão no ritmo do samba será lançada no programa O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), na sexta (12), às 16h.

 

Novidades

Poetinha Osmar Júnior está gravando seu novo disco e mandou duas músicas pra lançarmos no programa O Canto da Amazônia: ‘Maruanum’, com a participação da banda Negro de Nós e ‘Cores e Bandeiras’, com a participação do grupo ‘Faces da Vida’.

 

Auxílio

Secretaria Especial da Cultura está definindo estratégias para o setor de eventos, uma área que foi muito afetada durante a covid-19.
O Governo Federal está trabalhando para auxiliar e incentivar a retomada do setor com a liberação de uma linha de crédito no valor de R $405.888.709,00. (www.cultura.gov.br).

 

Carnaval

Bloco carnavalesco ‘Casa Comigo’ grava clássico de Chico Buarque, ‘Quando o Carnaval Chegar’, para o carnaval virtual 2021.
‘Tô me guardando pra quando o carnaval chegar…”.

 

Emenda

Deputado federal amamapense, Camilo Capiberibe, solicita emenda parlamentar para a revitalização do Centro de Cultura Negra.
O pedido foi feito em 2020

 

Divulgação

Parabenizando o amigo jornalista, Elton Tavares, pelo importante trabalho na divulgação dos artistas tucujus, através do portal de notícias blogderocha.com.br, onde carimba sua assinatura.
Grande parceiro.

Felipe Cordeiro: um cantor pop da Amazônia

Felipe Cordeiro é um artista paraense, um dos principais expoentes da nova geração da sempre efervescente cena musical do Pará. Cantor, compositor e instrumentista, a sonoridade do músico é permeada por ritmos amazônicos que vão da lambada ao carimbó, da guitarrada ao atualíssimo tecnomelody.

Filho e parceiro musical do guitarrista e produtor, Manoel Cordeiro, um dos pioneiros da lambada no Pará, e de quem diz ter herdado o gosto radical pela diversidade. Entrou na Escola de Música da Universidade Federal do Pará aos onze anos e lá estudou piano, teoria musical e bandolim.

Participou nesse período de vários grupos relacionados à sua atividade de estudante de música, se apresentando em concertos (solo e em grupo) por diversas salas de Belém do Pará.

Aos quinze anos, pouco antes de ingressar na faculdade de Filosofia da Universidade Federal do Pará, curso no qual é graduado em Bacharelado e Licenciatura, influenciado pela MPB tradicional, começou a mostrar suas primeiras composições nos festivais de canções, sendo premiado em diversos deles pelo Brasil.

Até então sua carreira era voltada exclusivamente para a composição, várias canções e parceiros foram feitos, disso resultou um disco (de compositor) chamado “Banquete”, no qual vários intérpretes e arranjadores foram convidados.

Mas depois do contato com o teatro surgiu o interesse de assumir a interpretação das suas músicas, e juntamente com suas reflexões acerca da música brasileira, seu som foi ganhando uma assinatura muito específica e criativa.

Desde então, um humor, por vezes ácido, e uma necessidade aguda de experimentar sonoridades, além de poéticas, em torno da música popular, tornou-se um imperativo.
Felipe Cordeiro lançou, em 2011, o CD ‘Kitsch Pop Cult’, e agora está finalizando sua próxima obra musical, com sons e ritmos da Amazônia, mas com estilo popular, identidade assumida pelo autor.

 

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‘Tô Na Área’

Título do vídeoclipe do cantor ‘Judas Sacaca’, que será lançado, neste sábado (30), no Gardem Shopping, às 19h.
“Nessa música eu utilizei um pequeno trecho de um conhecido ladrão de marabaixo e transformei num refrão pop”, declarou.

 

Musical em TV

Consagrado cantor e compositor, Oswaldo Montenegro transporta a premiada carreira de trilhas autorais no cinema, para o especial de TV, ‘Músicas Para Cinema’.
O projeto evoca interpretações intimistas sob a companhia de violão e piano, dramatizadas por cenas de longas-metragens dirigidos pelo artista, projetado na MPB. Vai ao ar no dia 6 de fevereiro pelo canal Music Box Brazil, às 22h30.

 

Promessa

Prefeito de Santana, Bala Rocha promete contribuir com os artistas do município, desenvolvendo projetos que valorizem os agitadores culturais daquela cidade.
Boa iniciativa!

 

Novo projeto

Cantor e compositor amapaense, Cléverson Baía está finalizando seu novo projeto musical e gravando muitas ‘balas’.
A música ‘Ilhas Que Bailan’, de Osmar Júnior e Fernando Canto, está no repertório.

 

Arteamazon

Visite a galeria de arte on line arteamazon.com, a única virtual do Amapá valorizando divulgando e comercializando obras de artistas tucujus.
Belas pintadas e fotografias à disposição.
Com a direção e coordenação do artista plástico Gilberto Almeida.

 

‘Três Meninas’

Belo projeto da Música Popular Brasileira (MPB), ‘Três Meninas do Brasil’, valoriza as vozes de Teresa Cristina, Rita Benneditto e Jussara Silveira.
Confira no Youtube o show completo.

 

Revitalizando

Um grupo de pessoal abnegadas está trabalhando para revitalizar o Centro de Cultura Negra, no Laguinho, abandonado há anos.
A força do movimento negro e outros colaboradores, estão à frente do trabalho.
Parabéns!

Sérgio Souto: cantor e compositor acreano

Sérgio Souto nasceu no dia 11 de julho de 1950, na cidade de Madureira, no estado do Acre.

É um cantor, compositor e instrumentista brasileiro. Mudou-se aos quinze anos de idade com a família para o Rio de Janeiro, em busca de melhores oportunidades. Trouxe consigo na memória sons da sua Amazônia natal.

Trabalhou como fotógrafo, gráfico e vendedor até conseguir lançar seu primeiro sucesso como cantor, a música “Falsa Alegria”, vencedora do Festival Rodada Brahma de Música Popular e gravada em LP independente no ano de 1980.

No ambiente dos festivais de música popular brasileira, frequentes na década de 70 e 80, conheceu Amaral Maia, compositor e letrista carioca, com quem iniciou sólida parceria e amizade desde então.Participou de quase todos os grandes festivais de música do país: Rodada Brahma de Música Popular Brasileira; Festival 79 da TV Tupi (SP); Festival dos Festivais da TV Globo; Festival Rímula de Música do SBT, em São Paulo; Festival O Som das Águas da TV Manchete, em Lambari, MG e outros.

A carreira de Sérgio começou a atingir o grande público na década de 80, com a exibição de um videoclipe da música “Falsa Alegria” no programa Fantástico (Globo).

Outro sucesso foi a música “Minha Aldeia”, participante do Festival dos Festivais de 1985 e integrante da novela Sinhá Moça de 1986 na mesma emissora.

Com um repertório que passa pela toada, samba, fado e música regional, as composições de Sergio Souto se enriqueceram com parceiros como Aldir Blanc (Circo Brasil) e Paulo César Pinheiro (Diamante) ao longo da década de 80 e seguintes.

A sofisticação e variedade dos arranjos de seus LPs ganharam o talento de mestres de nossa música como Jota Moraes e Gilson Peranzzetta.

Se apresentou pelos principais palcos do Brasil, tais como maracanãzinho, Anhenbi, Olímpia, Teatro Amazonas, Teatro da Paz, Teatro Castro Alves, Teatro Carlos Gomes, Teatro Plácido de Castro, Dragão do Mar e outros tantos.

 

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‘Pedra de Mistério

Título da música de Enrico Di Miceli, em parceria com Osmar júnior, gravada no disco ‘Todo Música’, o primeiro solo de Enrico.
#Aconselho.

 

Carnaval

Sete das dez escolas de samba do Amapá, contempladas na Lei emergencial Aldir Blanc, vão realizar uma live, dia 13 de fevereiro, na sede da AABB, a partir das 19h.
Escolas confirmadas: Piratas Estilizados, Império da Zona Norte, Império do Povo, Emissários da Cegonha, Unidos do Buritizal, Piratas da Batucada e Maracatu da Favela.

 

Compromisso

Com o cancelamento dos desfiles das escolas de samba, em 2021, por causa da pandemia do novo coronavírus, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, assinou um termo de compromisso: “Vamos fazer o maior e melhor carnaval da história, em 2022”, afirmou.

 

Parabéns, Macapá

Em homenagem aos 263 anos da cidade de Macapá, em 4 de fevereiro, a música sugerida de hoje é ‘Coração Tropical’, de autoria de Osmar Júnior.“
Meu coração tropical
amanheceu batucando por você.
Eu não sou anormal
aqui do outro lado do Brasil…”.

 

‘Ilhas Que Bailam’

Título da música de Osmar Júnior e Fernando Canto em homenagem ao Arquipélago do Bailique, gravada no disco e DVD ‘Piratuba – A Cantoria no Lago’.
“Voa meu senhor, são ilhas que bailam,
são de nuvens, são do chão,
flores morenas, são ilhas que bailam.
Voa meu senhor…”.

 

Pintando

Em visita ao ateliê do Artista plástico Vagner Ribeiro, na galeria de Arte Samaúma (no Araxá) semana passada, vi uma grande tela sendo pintada pelo artista.
Indaguei, mas ele escondeu o segredo.
Logo teremos mais uma bela obra desse artista genial.

 

‘Poemas Escolhidos’

São 41 poetas tucujus reunidos na coletânea ‘Literatura Amapaense – Poemas Escolhidos’, apresentando 205 belos poemas com alma de nosso povo.
Sob coordenação do poeta escritor Mauro Guilherme, o livro está disponível no site da livraria virtual www.amazon.com.com.

Conheça o que é cultura

É comum dizermos que uma pessoa não possui cultura quando ela não tem contato com a leitura, artes, história, música, etc. Se compararmos um professor universitário com um indivíduo que não sabe ler nem escrever, a maior parte das pessoas chegaria à conclusão de que o professor é ‘cheio de cultura’ e o outro, desprovido dela. Mas, afinal, o que é cultura?

A cultura é do povo e vem do povo para o povo. Ela não tem nome dono e nem sobrenome, é popular e é uma manifestação de um todo reunido em prol de mantê-la sempre viva e presente entre todos. É uma manifestação voluntária sem regras de comportamento, livre e capaz de envolver o mundo.

Para o senso comum, cultura possui um sentido de erudição, uma instrução vasta e variada adquirida por meio de diversos mecanismos, principalmente o estudo. Quantas vezes já ouvimos os jargões “O povo não tem cultura”, “O povo não sabe o que é boa música”, “O povo não tem educação”, etc.? De fato, esta é uma concepção arbitrária e equivocada a respeito do que realmente significa o termo ‘cultura’. Não podemos dizer que um índio que não tem contato com livros, nem com música clássica, por exemplo, não possui cultura. Onde ficam seus costumes, tradições, sua língua?

O conceito de cultura é bastante complexo. Em uma visão antropológica, podemos o definir como a rede de significados que dão sentido ao mundo que cerca um indivíduo, ou seja, a sociedade. Essa rede engloba um conjunto de diversos aspectos, como crenças, valores, costumes, leis, moral, línguas, etc.

Nesse sentido, podemos chegar à conclusão de que é impossível que um indivíduo não tenha cultura, afinal, ninguém nasce e permanece fora de um contexto social, seja ele qual for. Também podemos dizer que considerar uma determinada cultura (a cultura ocidental, por exemplo) como um modelo a ser seguido por todos é uma visão extremamente etnocêntrica.

 

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Cemitério

“Tenho horror a hospitais, os frios corredores, as salas de espera, ante-salas da morte, mais ainda a cemitérios onde as flores perdem o viço, não há flor bonita em campo santo…”. (Jorge Amado – do livro Navegação de Cabotagem).

 

Reconhecimento

Deputada estadual, Cristina Almeida solicitou ao Iphan/AP a possibilidade de reconhecimento das festividades de São Sebastião do Macacoari, como patrimônio Cultural.

 

Gestão Cultura

De 2 de fevereiro a 4 de março, estão abertas as inscrições para o Curso de Especialização em Gestão Cultural Contemporânea: da Ampliação do Repertório Poético à Construção de Equipes Colaborativas.
Os interessados podem se inscrever, exclusivamente pela plataforma da Escola Itaú Cultural (escola.itaucultural.org.br).

 

Viva Mazagão

No sábado (30) vai acontecer a 2ª live ‘Viva Mazagão Velho’, às 19h. Haverá sorteio de prêmios e participações dos artistas: Zeca Mazagão, Rosália Silva, Nell Pureza, Flores do Marabaixo e Marabaixo da Juventude.
Apresentação de Josy Calazans e Márcio Roberto. Ao vivo pela página ‘especialnovamazagão’, no Facebook.

 

‘Bateu Saudade’

Título do álbum que a cantora Joelma vai lançar no sábado (30), em homenagem ao Dia da Saudade.
Ela escolheu um repertório especial repleto de canções românticas que fazem parte dos seus 25 anos de carreira e que serão divulgadas em todas as plataformas digitais.

 

Parabéns, Macapá

Dia 4 de fevereiro a cidade de Macapá estará completando 263 anos de criação. Sugiro a música ‘Tô Em Macapá’ que Nivito Guedes e Sabatião nos deram de presente. #OuveAí.

 

Talento

Jovem artista amapaense, Mariana Brito é pianista, professora de música, doutorando em piano e outras qualidades, é sucesso garantido para a arte musical do nosso Brasil.
Ela reside em Porto Alegre (RS), onde estuda, e sua veia artística vem do pai o cantor e compositor Ronery Brito. Talento puro.

Costumes do povo tucuju

Folclore é o conjunto de tradições, lendas, crenças e costumes populares. Cada Região possui costumes próprios de seu povo, sejam na alimentação, nas danças ou nas crenças.

Na alimentação destacam-se: a maniçoba, o vatapá, o caruru, o pato no tucupi, a caldeirada de tucunaré, o camarão no bafo, a farofa de pirarucu, o pirarucu, etc. A Castanha-do-Brasil está presente nos doces, bolos, biscoitos, tortas, sorvetes, cremes, etc.

Dentre as bebidas podemos citar o açaí, bacaba, tacacá, refresco de cupuaçu, de graviola, de maracujá, de taperebá, etc.

A dança típica do povo amapaense é o Marabaixo, que é dançado durante a festa do divino espírito santo e Santíssima Trindade. Um mastro é levantado e as pessoas dançam em torno, ao som de caixas e tambores. Durante a festa são servidas certas iguarias típicas como: beijo-de-moça, quindim, rosquinha, beijus, mingau de banana e de farinha de tapioca, etc.

Na localidade de Igarapé do Lago, no município de Macapá, é dançado o batuque. Existem locais onde as comunidades conservam as tradições que são apresentadas nas festas religiosas.

Em Macapá a principal festa é a do padroeiro São José, seguindo-se o Círio de Nazaré. No Curiaú, comemoram a Festa do Divino e São Joaquim. No Igarapé do Lago, festejam o Divino e Nossa Senhora da Piedade. Em Mazagão Velho é comemorada a Festa de São Thiago. Na maioria das festividades dos santos padroeiros locais é dançado o Marabaixo, dança que caracteriza o povo amapaense.

Na quadra junina são apresentados os cordões de pássaros, do boi e quadrilhas juninas. São notáveis as participações das comunidades nesse entretenimento folclórico. Os cordões consistem em representações teatrais, na maneira típica do povo. Durante o desenvolvimento da história, as personagens dialogam e cantam no linguajar local.

No Amapá existem lendas interessantes como do Manganês, do João de Gatinha, da Pedra do Guindaste e uma enorme quantidade de fantasias, como a do Boto, importante peixe do Amazonas.

 

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Olhar futuro

Com a não realização do carnaval em 2021, devido a pandemia do novo coronavírus, os dirigentes das instituições (escolas de samba, blocos, etc), deveriam iniciar um grande debate para discutir o futuro dessa festa popular. #Dica.

 

Avançar

Agentes do carnaval amapaense, mais os poderes público e privado, têm tempo suficiente para um belo debate sobre o futuro dessa tradicional festa popular.
Precisa avançar urgente, mas com o pensamento do tamanho de um caroço de pupunha, dos que, hoje, dirigem as instituições, é difícil. #AvançarÉPreciso.

 

Gravando

Grupo de samba amapaense, Gente de Casa está gravando seu 2º disco e no repertório, músicas inéditas e algumas de conhecimento do público. Vamos aguardar que vem coisa boa por aí.

 

Garota de Ipanema

Jovem e talentosa cantora da Armênia, Arpi Alto gravou um dos maiores clássicos da música brasileira e mundial, Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes. Uma bela interpretação. Veja no canal da artista, no YouTube.

 

Mudança

A presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Larissa Dutra, planeja a mudança da sede do órgão que deverá ocorrer até fevereiro de 2021.
A instalação no novo endereço, localizado na quadra 702/902 Sul, em Brasília (DF), representará uma economia de R$ 14,2 milhões, por ano, aos cofres públicos. (portal.iphan.gov.br).

 

Tambor

Cantor e compositor amapaense, Zé Miguel nos deu de presente mais uma bela obra musical, ‘Tam Tam do Tambor’.
“O Tam Tam do Tambor que não se cala, é testemunho vivo da história…”.

 

‘Tempos Remotos’

Título da primeira parceria musical do poeta Joãozinho Gomes com o músico e cantor Thiago K. A música está disponível em todas as plataformas digitais.

Religiões afro-brasileiras e o sincretismo

Mediante o processo de colonização no Brasil, a Igreja Católica se colocava em um delicado dilema ao representar a religião oficial do espaço colonial. Em algumas situações, os clérigos tentavam reprimir as manifestações religiosas dos escravos e lhes impor o paradigma cristão. Em outras situações, preferiam fazer vista grossa aos cantos, batuques, danças e rezas ocorridas nas senzalas. Diversas vezes, os negros organizavam propositalmente suas manifestações em dias-santos ou durante outras festividades católicas.

Ao manterem suas tradições religiosas, muitas nações africanas alimentavam as antigas rivalidades contra outros grupos de negros atingidos pela escravidão. Aparentemente, a participação dos negros nas manifestações de origem católica poderia representar a conversão religiosa dessas populações e a perda de sua identidade. Contudo, muitos escravos, mesmo se reconhecendo como cristãos, não abandonaram a fé nos orixás, voduns e inquices oriundos de sua terra natal. Ao longo do tempo, a coexistência das crendices abriu campo para que novas experiências religiosas – dotadas de elementos africanos, cristãos e indígenas – fossem estruturadas no Brasil.
É a partir dessa situação que podemos compreender porque vários santos católicos equivalem a determinadas divindades de origem africana. Além disso, podemos compreender como vários dos deuses africanos percorrem religiões distintas. Na atualidade, não é muito difícil conhecer alguém que professe uma determinada religião, mas que se simpatize ou também frequente outras.

Dessa forma, observamos que o desenvolvimento da cultura religiosa brasileira foi evidentemente marcado por uma série de negociações, trocas e incorporações. Nesse sentido, ao mesmo tempo em que podemos ver a presença de equivalências e proximidades entre os cultos africanos e as outras religiões estabelecidas no Brasil, também temos uma série de particularidades que definem várias diferenças. Por fim, o sincretismo religioso acabou articulando uma experiência cultural própria. (Texto: Rainer Sousa).

 

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Premiados

Colunista, Charles Pantoja, vai premiar os destaques em vários setores da sociedade amapaense. Dia 6 de fevereiro, na sede da AABB, às 19h30.
O evento vai marcar seus 16 anos de trabalho no jornalismo social amapaense. Parabéns.

 

Novo Amapá

Espetáculo teatral Novo Amapá será apresentado, on line, no dia 29 de janeiro, às 20h. Ao vivo pelo canal ‘Espetáculo Novo Amapá’, no Facebook.

 

Carnaval

Mesmo a Liesap não se manifestando oficialmente, a exemplo do que fez Rio de Janeiro e São Paulo, podemos afirmar que não haverá desfiles das escolas de samba em Macapá, em fevereiro desse ano.

 

Homenagem

Dia 4 de fevereiro a cidade de Macapá vai completar 263 anos de criação. Qual a música que você acha que tem a cara dessa nossa capital tucuju?

 

Aldir Blanc

Secult começa a pagar, em sua totalidade, cinco dos nove editais da Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural, lançados em dezembro de 2020.
O objetivo é incentivar atividades artísticas e culturais durante a pandemia de covid-19. Maiores informações: www.portal.ap.gov.br.

 

Poeta

Um agrado merecido à professora e poeta, Maria Áurea, a ‘Negra Áurea’ como gosta de ser chamada.
Com sua voz forte e clara, declama seus belos poemas e ilustra com amor os temas sobre a negritude, os preferidos da artista. Bravo.

 

Orgulho Meu

Título de um dos sambas do cantor e compositor Carlos Pirú, em homenagem ao laguinho, bairro onde nasceu. “Orgulho meu que eu canto agora/onde eu nasci/ me criei/ Laguinho tem muita história…”.

‘Banho de São João’ pode virar Patrimônio Cultural

o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) publicou no Diário Oficial da União, na semana passada, o Aviso de Tramitação da proposta de registro do Banho de São João, celebração realizada nos municípios de Corumbá e Ladário, ambos no Mato Grosso do Sul.

A publicação tem como objetivo tornar pública a intenção de registro da festa religiosa como Patrimônio Cultural do Brasil, e permitir que, em 30 dias, a sociedade civil possa se manifestar. Terminado esse prazo, a proposta será enviada para avaliação do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, que decidirá em reunião, com data a ser definida, se o Banh o de São João será registrado pelo Instituto. A solicitação de registro da celebração sul-mato-grossense foi apresentada pela Fundação de Cultura e Turismo do Pantanal e suas unidades vinculadas.

O Banho de São João é uma manifestação cultural religiosa e festiva que acontece na virada do dia 23 para o dia 24 de junho. Um ponto de destaque da festa pantaneira é quando diversas procissões carregam andores até as margens do Rio Paraguai e banham a imagem de São João nas águas. Acredita-se que o rito transforma o rio em águas milagrosas do Rio Jord& atilde;o, onde o santo teria sido batizado.

O encontro de devoção, júbilo e alegria coincide com o tempo das águas e marca o início de um novo ciclo da natureza no Pantanal, que conta com o aumento dos pastos e abundância de peixes. Com o ritual do Banho de São João, as águas se tornam a manifestação de algo divino, capaz de purificar e lavar os pecados.

A interação entre a comunidade da região pantaneira e sua natureza é notável, e se expressa nas relações sociais, econômicas e turísticas da região, atraindo uma diversidade de visitantes em busca de belezas naturais. O Banho de São João é um dos momentos que demonstra este vínculo, destacando que, para além do ecossistema local, há um importante elemento humano nas tradições do Pantanal. (https://www.gov.br/).

 

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Decidido

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou em suas redes sociais, na quinta (21), que não haverá desfiles das escolas de samba em julho de 2021, na Sapucaí, previsto pela Liesa para os dias 11 e 12, com o cancelamento em fevereiro, devido a pandemia da Covid-19.

 

Cancelado

A Liesa, em seu site liesa.com.br, manifesta seu apoio e compreensão à referida decisão, tendo em vista o aumento geral dos casos de Covid-19 e o atual momento relacionado às incertezas quanto aos prazos de vacinação e imunização da nossa população.
“Lembramos, por oportuno, que a realização dos desfiles do Grupo Especial, no mês de julho de 2021, sempre esteve condicionada à liberação das autoridades e também à segurança de todos os envolvidos no nosso espetáculo”, afirmou o presidente Jorge Castanheira.

 

Planos (Metas)

Em entrevista ao jornalista, Cláudio Rogério, a diretora-presidente do Improir, Carolina Monteiro, disse:
“Temos como meta dar continuidade ao trabalho que já tava sendo desenvolvido. Queremos avançar com o plano municipal de igualdade racial e, a partir dele, desenvolver projetos que são importantes para a população, que vão desde a atenção à saúde, educação básica da população, até as políticas para a juventude que são importantes, também”.
Entrevista completa, na segunda (25), no programa ‘O Canto da Amazônia (Diário FM 90,9), às 16h.

 

“Contos de Anaul”

Título do livro com a nossa assinatura, já em fase de conclusão para em breve ser lançado.
“A gente vai brincando de quebra-cabeça com as letras e de repente, sem perceber, está formado um mundo de palavras daquilo que estávamos pensando”.

 

Juventude

Projeto Marabaixo da Juventude é um grupo formado por jovens, de vários bairros, ligados às comunidades negras e famílias tradicionais do Amapá.
Essa ‘garotada’ continua fortalecendo e perpetuando a cultura-mãe do povo tucuju, o Marabaixo.

 

Todas as Luas

Nome de um dos discos (CD) do cantor e compositor amapaense. Nivito Guedes está sendo uma ótima pedida pra você ouvir em casa, nessa pandemia.
‘São Jusa’ é uma das canções em destaque desse projeto. Aconselho!

 

Esperança

De repente recebo uma ligação telefônica de uma pessoa conhecida que jamais imaginei que um dia me ligaria.
“Bom dia, Heraldo…Você aceita conversar sobre um projeto que tenho, junto com outros amigos, para reerguer a Sociedade Esportiva e Recreativa São José?”. Respondi: “Se for sério e sem aqueles que ajudaram a enterrar o clube, eu aceito”. #Esperança.