Os policiais estavam em patrulhamento pelo bairro – por volta de 19h30 – quando receberam uma denúncia de que pelo menos um foragido de justiça estaria em frente ao imóvel.
Guardas montaram barreira estratégica em uma rua que liga duas importantes vias da capital, no bairro Beirol.
Autores, que ainda não foram identificados, estavam em uma moto, abordaram as vítimas no estádio de futebol do bairro Paraíso.
Segundo o Ministério Público do Amapá, a empresa de Felipe Pinto – do setor de construção civil – teria sido usada para lavar o dinheiro desviado da Assembleia Legislativa
Familiares já haviam feito várias buscas na região, mas sem sucesso.
Comandante da embarcação foi levado na fuga e acabou espancado pela quadrilha. Bandidos levaram malas, sacolas, dinheiro e vários outros objetos das vítimas.
Segundo Nahom Galeno, desvios de recursos investigados pela PF foram denunciados pela própria direção do Laboratório, em 2016.
Vítimas subiam em um açaizeiro que acabou envergando sobre a rede de alta tensão. Uma das vítimas caiu sobre uma ponte de madeira, enquanto a outra foi arremessada para dentro do rio.
Após ser descoberta, servidora foi exonerada, denunciada e investigada.
PF cumpre 12 mandados de prisão temporária e 16 mandados de busca e apreensão. Segundo as investigações, entre os meses de março e setembro de 2016 o esquema teria desviado recursos na ordem de R$ 1 milhão.