Marcos Rosa, de 25 anos, era foragido do Iapen e estava sendo investigado pelo assalto à casa do deputado estadual Max da AABB.
Vítima de 24 anos levou um tiro no peito. Suspeito foi rendido, espancado pela população e preso.
Vítima, que não tinha passagem pela polícia, presenciou a morte do irmão e era tido como testemunha principal do homicídio.
Traficante, que abastecia bocas de fumo em vários bairros de Macapá, foi preso em flagrante.
Vítima, de 66 anos, foi executada com dezenas de tiros de pistolas e revólver. Polícia ainda apura real motivação para o assassinato.
Homem teria agredido a esposa e ameaçado os filhos. Um dos garotos resolveu denunciar o próprio pai à polícia.
Os crimes foram praticados no trânsito e tinha Johny de Souza ao volante do veículo, com capacidade psicomotora alterada em razão da influência do álcool.
Polícia apura se a dupla cometeu furtos no mesmo local outras vezes. Eles deixavam o Centro levando vários objetos.
Bandidos só não levaram celulares por saberem que poderiam ser rastreados. Família do deputado Max da AABB viveu momentos de medo. Agora, vítimas são ameaçadas de morte.
Entre as vítimas parciais está uma criança de 11 meses de idade e um defensor público de 33 anos.