Os que viram só erros nos 100 dias, são aqueles mesmos conhecidos que desde longo tempo vêm apostando no quanto pior melhor, pois esse é o seu objetivo de não festejar o Brasil grande.
Quantos de nós gostaríamos de desfrutar de uma vida tão longa como a do bíblico Matusalém, que viveu 969 anos, tempo que não sabemos se alguém o invejaria, tantos são os deveres e sofrimentos mesclados de alegria.
Pode-se, porém, por justiça, incluir entre os gênios antes citados o nome de Marcel Proust, francês, que em novembro faria 91 anos, que deixou esta terra, deixando nos leitores, imensa saudade.
Educação significa não apenas estar preparado para grandes missões e eventos nas áreas pessoais, mas sobretudo, ter condição de medir o relacionamento do dia a dia, exigindo soluções para o bem comum.
O Dali Lama deixou com essa pregação uma mensagem fácil de ser entendida e que passa sem ser notada quanto ao valor da vida.
As agruras diárias do atual governo em apenas 74 dias refletem o que se pode chamar de falta de prática quanto ao seu comportamento expressada com a intenção de privilegiar alguns setores com a intenção de mudar exageros que desorienta o povo.
Na vida comum dos países não é essa, todavia, verdade que se vê, com fortes exemplos a comprovarem a parcela da Direita no desenvolvimento social dos países que seguem seus desígnios.
Será muito fácil identificar o porquê até então o atual governo não decolou, como tudo parecia crer.
O patriotismo e o civismo marcavam sua personalidade. Nas comemorações cívicas as paradas militares, os desfiles escolares e jogos estudantis empolgavam e deixaram lembranças inesquecíveis.
A máquina criada pelo homem, o produto mais nobre da natureza, carrega o progresso por um lado, e o desengano por outro.